Amir Behroozi

Irão | N. 1988

Amir Behroozi é um fotógrafo profissional radicado nos Estados Unidos, com mais de uma década de experiência no setor. A sua trajetória na fotografia começou com composições a preto e branco de um único fotograma, evoluindo gradualmente nos últimos cinco anos para a fotografia a cores e a narrativa visual.
 
A sua paixão pela fotografia remonta à sua adolescência, quando arquivava imagens de forma obsessiva como uma tendência inerente, e mesmo antes, à sua infância, quando era cativado pela presença das câmaras. Para Amir, a arte é mais do que uma busca criativa: é uma tábua de salvação, um meio de escapar à rotina e uma necessidade essencial que não pode ignorar.

Ele dedica grande parte do seu tempo a pensar nas histórias que quer contar, seja através de um único fotograma ou de uma narrativa estruturada. Ele concentra-se em documentar as relações humanas e as conexões intrincadas entre as pessoas e o seu ambiente. Observar o mundo através do visor da câmara sempre foi um dos seus maiores prazeres, juntamente com falar sobre fotografia, explorar as obras de fotógrafos de renome e mergulhar em livros de fotografia.

Atualmente, a principal atividade artística de Amir gira em torno da fotografia a cores e da narrativa visual através de ensaios fotográficos, nos quais funde a estética com uma profunda exploração narrativa. O seu trabalho pretende capturar a complexidade das experiências humanas, ao mesmo tempo que reflete sobre a relação em constante evolução entre os indivíduos e o seu ambiente.

CREDENCIAIS


 

2025
Menção Honrosa em Pro Prints Street & Lifestyle Photography

2024
Menção Honrosa, CreateCOP29: Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas 2024
Eyeshot Open Call: Segundo lugar em imagens únicas de fotografia de rua e documental - Itália
Eyeshot Open Call: Finalista em categorias de séries - Itália

2023
Nomeado no concurso ARCHEO FASHION

2022
Primeiro lugar na secção de documentário social do concurso fotográfico KAAF

2021
Nomeado no festival virtual Art is Alive, Irão
Terceiro Prémio no Concurso de Fotografia de Família HIPA - EAU (Emirados Árabes Unidos)

2017
Finalista do Concurso HIPA (The Moment) 2017
Primeiro Prémio em Fotografia Documental, Doorbin.net

2016
Finalista do Grande Concurso de Fotografia do Kuwait 2016 HERO
Finalista do Concurso HIPA (Happiness) 2016

2015
PX3
Segundo Prémio, Imprensa/Guerra, “Now 27”
Segundo Prémio, Imprensa, “Tenth Day”
Menção Honrosa, Imprensa/Guerra, “Now 27”
Menção Honrosa, Retrato, “Fatemeh”
IPA
Menção Honrosa, Pessoas: Cultura, “Tenth Day”
Menção Honrosa, Editorial: Guerra/Conflito, “Now 27”
Menção Honrosa, Editorial: Guerra/Conflito, “Fatemeh”
Categoria Fotojornalismo | Menções Honrosas – fp Magazine Itália (Jovens Talentos da Imagem)
Primeiro Prémio em Documentário e Fotojornalismo no Concurso Fotográfico Tirgan, Toronto - Canadá
Vencedor do Concurso de Instagram da HIPA, outubro
Menção Honrosa Imagem do Ano - Teerão, Irão

2014
Menção Honrosa, 1ª Exposição Internacional de Fotografia de Shenzhen, China, “Life”

2025
Change, Kennedy Heights Arts Center, OH, Estados Unidos
Gil - O, Exposição de Fotografia e Multimédia, Arghavan Art Gallery, Irão
In Colors Project ED#3 JOY, Lumicroma, Portugal

2024
Quinta edição de Pictures for Purpose (venda de impressões)
Exposição colectiva Eyeshot, Magazzino Arti Sceniche (MAS), Bolonha, Itália

2022
Exposição e leilão fotográfico Admist Mud, Choom Gallery, Anzali, Irão
Exposição colectiva Generation, Trieste, Itália

2017
Exposição colectiva e leilão de fotografias na Number 6 Gallery, Teerão, Irão
Exposição colectiva de fotografias intitulada alteration na O Gallery, Teerão, Irão

2015
Focus Iran: Contemporary Photography & Video, Craft & Folk-Art Museum (CAFAM), Los Angeles, Estados Unidos
Edinburgh Iranian Festival, Summerhall Gallery, Escócia
Segunda Exposição Internacional Iranian Arts Now, De Young Museum, São Francisco, Estados Unidos
Exposição Foad no Iranian Artists Forum Gallery, Teerão, Irão

2025
Número Inhabit da F-Stop Magazine, Edição #130, abril/maio 2025

2015
Tenth Day, 5.º Concurso Internacional de Fotografia Arbella Makarna, Turquia
Rural School, Concurso Nacional de Fotografia sobre Investigação, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior, Irão
Love, 1.º Festival Nacional de Fotografia sobre a Crítica à Construção e ao Espaço Urbano, Teerão, Irão

2014
Dialogue Among Civilizations, 3.º Festival Nacional de Fotografia sobre Saúde Mental, Universidade de Ciências Médicas de Zanjan, Irão
Life Again, National Geographic (Gitanama Magazine), Nº 26
Guilan Traditional Wrestling Photo Story, National Geographic (Gitanama Magazine), Nº 25

Exposições Lumicroma

IN COLORS PROJECT ED#1 REACT!

React! é um retrato da condição humana e da perceção do mundo, mostrando distintas velocidades, múltiplas realidades, encontros e desigualdades, tantas e t ... Ler Mais

React! é um retrato da condição humana e da perceção do mundo, mostrando distintas velocidades, múltiplas realidades, encontros e desigualdades, tantas e tantas reações.
A vastidão a que se abria o tema está representada neste conjunto de 50 obras de fotógrafos de 22 nacionalidades. React! a quê, de que perspectiva? A possibilidade de infindas interpretações espelha-se numa exposição em que a reação tanto está na própria “cena” fotografada como na impressão de quem a fotografou e, ainda e sempre, no olhar de quem aprecia a fotografia. Nesta abrangência, encontra-se a imagem do tempo e do lugar – de muitos lugares e de muitas qualidades de tempo. Há a beleza de momentos, espaços, culturas e tradições. Há toda uma escala de emoções. Há a poesia de paisagens e a destruição que faz a guerra. Há fantasia nos cenários improváveis. Há preocupações globais, instantes pessoais. Às vezes, o peso da existência; às vezes, a leveza do riso sobre a morte. Fica, ainda, a certeza de um mundo caleidoscópico, em permanente mudança, para as histórias se repetirem. Porque o homem repete-se. Fica, também, o continuum da vida. Está nos rostos de muitos. Está nas cores. Está na luz do preto e branco. Está no instinto. Na vontade. No que se perde, no que se conquista.

Curadoria de Sandra Maria Teixeira

IN COLORS PROJECT – uma iniciativa sem fronteiras da Lumicroma – reclama a importância da fotografia como registo sociocultural e intervenção artística. Pela convergência de experiências de reflexão sobre o mundo actual e através da criação fotográfica, propõe traçar, anualmente, a grande imagem do tempo em que vivemos.

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IN COLORS PROJECT ED#2 HOME

Com HOME, o tema da 2.ª edição do IN COLORS PROJECT, lançámos a fotógrafos de todo o mundo um desafio feito de matéria sensível. Queríam ... Ler Mais

Com HOME, o tema da 2.ª edição do IN COLORS PROJECT, lançámos a fotógrafos de todo o mundo um desafio feito de matéria sensível. Queríamos tudo da fotografia – o acto artístico e emocional, o ato consciente e político, a luz e a sombra. O resultado é uma exposição que manifesta, no mesmo sangue, múltiplas realidades.
Em 74 fotografias, 32 autores de 14 nacionalidades dão-nos o mais pungente retrato do que somos, do que fazemos e no que estamos a falhar. Porque HOME tem sorrisos e feridas expostas. Mostra o sentido de pertença e a absurda falta de chão.
É o manto humano de mil retalhos a que todos pertencemos.
Esta é a nossa Casa. E não vale fechar os olhos.

Curadoria de Sandra Maria Teixeira

IN COLORS PROJECT – uma iniciativa sem fronteiras da Lumicroma – reclama a importância da fotografia como registo sociocultural e intervenção artística. Pela convergência de experiências de reflexão sobre o mundo actual e através da criação fotográfica, propõe traçar, anualmente, a grande imagem do tempo em que vivemos.

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AUSCHWITZ: TRAÇO(S) DE UMA HERANÇA

Auschwitz: Traço(s) de uma herança é um projeto que utiliza a fotografia como meio de criar uma ligação entre o passado, o presente e o futuro.
Manter viva ... Ler Mais

Auschwitz: Traço(s) de uma herança é um projeto que utiliza a fotografia como meio de criar uma ligação entre o passado, o presente e o futuro.
Manter viva a memória apela à reflexão e à vigilância e incentiva o empenhamento das gerações futuras, para que, através delas, possam ecoar as vozes dos sobreviventes, que em breve deixarão de ser ouvidas.
Conhecemos a história, vimos os filmes e lemos os livros. Sempre nos disseram que Auschwitz é o verdadeiro símbolo do Holocausto, uma vez que ali foram assassinados mais de um milhão de judeus. Uma fábrica de matar pessoas! Ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová e dissidentes políticos também sofreram neste lugar sombrio.
Lemos sobre as experiências hediondas levadas a cabo por Mengele em Auschwitz. Vimos fotografias dos sobreviventes, dos cadáveres, dos crematórios, dos objectos pessoais abandonados. Iniciámos a nossa viagem à Polónia com o pensamento de que estaríamos preparados para enfrentar o centro interpretativo do Holocausto e, através dele, encontrar a resposta à nossa inquietação: como é que isto foi humanamente possível?
Durante a viagem, voltámos a visitar aqueles com quem já tínhamos partilhado o sentimento do campo de concentração. Todas as páginas, testemunhos e rostos permaneceram bem vivos na nossa memória.
Chegámos, a presença em Auschwitz ultrapassa-nos!
Nenhuma memória, lida, estudada, vista ou ouvida pode ser comparada com o facto de estarmos ali mesmo. No silêncio ensurdecedor daquele lugar, que carrega em si a imensa perda do sentido humano, ganha força a pergunta de Theodor Adorno: Como é possível fazer poesia depois de Auschwitz?

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PARAÍSO DE COURA

O olhar de Alfredo Cunha, atento e acutilante, documenta esta magia, este espírito de irmandade, esta felicidade colectiva. A alegria do público e a euforia das bandas, que jamais esq ... Ler Mais

O olhar de Alfredo Cunha, atento e acutilante, documenta esta magia, este espírito de irmandade, esta felicidade colectiva. A alegria do público e a euforia das bandas, que jamais esquecem aquela parede humana de cortar o fôlego e a forma generosa como são recebidos. Capta a doçura, a serenidade, a mais profunda paz, o amor partilhado, o respeito, o maravilhamento, a energia ímpar do rio Taboão, contrapondo com a exaltação, a apoteose, a celebração e a alegria, essa emoção sagrada que Almada Negreiros disse um dia ser «a coisa mais séria da vida».

Precisamos, ano após ano, do Festival Paredes de Coura, para recarregar as baterias da paixão, afastar a mediocridade dos dias mais cinzentos, curar as moléstias da tristeza que nos empalidece e afugentar o caruncho citadino que se entranha nos ossos. Para nos abastecermos de beleza, de euforia e da mais profunda paz, em divina comunhão com a natureza. Em peregrinação, num perpétuo regresso à magia.

Curadoria de Sandra Maria Teixeira

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IN COLORS PROJECT ED#3 JOY

Esta terceira edição do In Colors Project, sob o tema JOY, reúne 75 obras de 56 autores oriundos de 22 países, configurando um atlas emocional que interroga as formas de ... Ler Mais

Esta terceira edição do In Colors Project, sob o tema JOY, reúne 75 obras de 56 autores oriundos de 22 países, configurando um atlas emocional que interroga as formas de expressão da alegria num mundo atravessado por tensões geopolíticas e crises sistémicas.
A fotografia, enquanto dispositivo de representação e mediação, revela-se como território de exercício ideológico, estético e ensaio poético. As imagens seleccionadas cartografam estratégias visuais através das quais se codificam, ritualizam e transmitem diferentes culturas. Integrando expressões de representação diversas – desde a celebração colectiva até à contemplação íntima – cada autor propõe um léxico visual singular, revelando a alegria como praxis sócio-antropológica e estética, enquanto perspectiva a criação de futuros possíveis.

A curadoria estrutura-se em torno da hipótese de que a imagem fotográfica constitui um dispositivo de reconfiguração do sensível, da análise e interpretação do real, transfigurado e apropriado em realidades autónomas e individuais, interrogando-nos sobre as condições de possibilidade do prazer, do encontro e da transformação nas sociedades contemporâneas.

Curadoria de Aníbal Lemos e Sandra Maria Teixeira

IN COLORS PROJECT – uma iniciativa sem fronteiras da Lumicroma – reclama a importância da fotografia como registo sociocultural e intervenção artística. Pela convergência de experiências de reflexão sobre o mundo actual e através da criação fotográfica, propõe traçar, anualmente, a grande imagem do tempo em que vivemos.

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PLATAFORMA PARA A VALORIZAÇÃO DA FOTOGRAFIA E DOS FOTÓGRAFOS.